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Após desvio do avião da Ryanair pelo governo de Lukashenko

São já várias as companhias aéreas, incluindo a Air France e a Singapore Airlines, que decidiram evitar sobrevoar o espaço aéreo da Bielorrússia. Esta medida surge no seguimento de um avião da Ryanair ter sido desviado da sua rota e forçado a aterrar em Minsk por acção das autoridades bielorrussas, que detiveram o jornalista Roman Protasevich e a sua namorada, Sofia Sapéga, que seguiam a bordo no passado domingo. A Air France anunciou na passada noite que passaria a suspender até novo aviso o sobrevoo do espaço aéreo bielorrusso pelas suas aeronaves. A União Europeia decidiu solicitar às companhias aéreas europeias que evitassem o espaço aéreo em questão, banindo paralelamente as transportadoras bielorrussas na Europa e exigem mais sanções contra o regime de Lukashenko. Em cima da mesa estará a realização de uma “investigação urgente” pela Organização da Aviação Civil Internacional e a “libertação imediata” do jornalista e de Sofia Sapéga. A Singapore Arlines anunciou já que passaria a alterar as rotas de voo de modo a evitar sobrevoar a Bielorrússia e a holandesa KLM e a finlandesa Finnair decidiram o mesmo, medida já adoptada ontem pela Lufthansa, pela SAS e pela airBaltic. A Ucrânia anunciou já a suspensão de todos os seus voos de e para a Bielorrússia e a Lituânia anunciou que fará o mesmo. A Ryanair, companhia irlandesa cujo avião foi desviado, confirmou hoje ter suspendido as rotas que até agora sobrevoavam o espaço aéreo bielorrusso.

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